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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Música que Flávia Alessandra toca ao piano... Comptine D'Un Autre Ete - L'Apres Midi _(Love)_


Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que, por admiração, se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque - a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras - e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos. Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.....

O Fasano por Philippe Starck

Para a construção do Hotel Fasano Rio, o designer francês Philippe Starck (há quem diga que tem dedo do Isay Weifeld no projeto) utilizou muita madeira, vidro e mármore. Os quartos com incrível vista para a praia de Ipanema deixam o ambiente ainda mais descontraido e sofisticado bem de acordo com o “Rio Lifestyle”!
Na decoração foram utilizados muitos móveis anos 50 e 60 além das peças de design brasileiro como os móveis da linha Branco & Preto (reeditados pela marcenaria Etel Carmona), poltronas e bancos Sergio Rodrigues além de criações exclusivas do arquiteto Philippe Starck.
A famosa piscina do Fasano é um caso à parte, tanto que foi eleita pelo site de hotelaria Concierge como umas das piscinas mais sexys do mundo. Instalada no terraço do hotel, toda em mármore branco com uma vista sensacional do Morro Dois Irmãos. Não tem como não admirar!













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