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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Está chegando a hora.....






Chegou a hora de brindar? Deixe uma bandeja preparada com as taças e decorada também com detalhes festivos. Afinal você é uma anfitriã cuidadosa e quer deixar seus convidados ainda mais felizes. Aproveite as pequenas bolinhas de natal que você não usou na árvore e salpique papel bem picado sobre a bandeja. Fica muito bacana.
Tenho certeza de que cada um de vocês tem uma pequena tradição de ano novo
que faz questão de manter. Compartilhem com seus convidados,
façam todos entrarem nesse clima de alegria e comemoração. E no mais aproveite a festa.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Champanhe....sinônimo de felicidade...


Um champagne e um livro, não há companhia melhor. E um livro sobre o champagne, com um champagne, é ainda melhor. Afinal, o que o champagne tem? Como num toque de varinha mágica, as pessoas começam a sorrir, relaxar e até fantasiar. Com certeza - afirma o casal Kladstrup -, nenhum outro vinho prestou-se tanto à poesia, à arte e ao exagero. Casanova o considerava um equipamento essencial à sedução. Coco Chanel dizia que bebia o vinho da contradição somente em duas ocasiões: Quando estava apaixonada e quando não estava apaixonada. Lily Bolinger, dama de uma das grandes famílias da história da Champagne, ia além do contraditório: Bebo champagne quando estou alegre e quando estou triste. Algumas vezes bebo quando estou sozinha. Se estou acompanhada, considero-o obrigatório. Bebo uns golinhos quando estou com fome. Fora isso, não toco nele - a não ser, é claro, que esteja com sede.

O champagne sempre foi a bebida da hora em qualquer hora. Quando os autores perguntaram a Philippe Bourguignon, um dos maiores sommeliers do mundo, qual considerava o melhor horário para beber champagne, ele respondeu: Quando termino de cortar grama. Joan Fontain diz, sonhadora, para Louis Jourdan, no filme Carta de uma desconhecida: O champagne é muito mais saboroso depois da meia-noite, você não acha?.

Oscar Wilde, quando chegou à França, disse aos funcionários da alfândega: Nada tenho a declarar senão o meu gênio. Sobre o champagne, disse a que veio: Só as pessoas sem imaginação não conseguem encontrar um motivo para beber champagne. Para Winston Churchill, o champagne tornava sua inteligência mais ágil. De fato, durante a Primeira Guerra, Churchill usou o argumento para libertar os champenois dos invasores bebedores de cerveja: Lembrem-se, cavalheiros - disse -, não é só pela França que estamos lutando, é pela Champagne também!.

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